Meus Queridos Jovens Maranata,
Graça e Paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!
Na nossa fragilidade e limitações, sob a Providência de Deus, somos chamados a participar da História desta Igreja, nesses tempos de lutas e de oportunidades.
No Salmo 115, o salmista nos convida a confiar no Senhor e esperar no seu socorro, pois pouco podemos sozinhos. É o Senhor que merece toda a glória por seus atos poderosos. Serão envergonhados e confundidos os que confiam em outros deuses feito por mãos humanas. Diante disto só nos resta darmos graças a Deus, e exclamar vitoriosamente nas palavras dos versículos 10-14 do Salmo 115:
10 Casa de Aarão, confia no Senhor: ele é seu auxílio e seu escudo.
11 Vós, os que temeis ao Senhor, confiai no Senhor: ele é seu auxílio e seu escudo.
12 O Senhor, que se lembrou de nós, abençoará; abençoará a casa de Israel; abençoará a casa de Aarão.
13 Abençoará os que temem ao Senhor, tanto pequenos como grandes.
14 O Senhor vos aumentará cada vez mais, a vós e a vossos filhos.
O maior entrave para o nosso futuro é o nosso passado. Para a construção do futuro temos que reconhecer as deficiências e distorções do passado. Os cismas vieram porque faltou identidade. Queira Deus que possamos quebrar as “maldições” herdadas do passado, que torna limitado o nosso crescimento e que dificultam as nossas possibilidades.
Como Paulo, disse à igreja em Filipos: oramos por vós. Que mais desejava o apóstolo para a Igreja em Filipos senão: “que o vosso amor aumente mais e mais no pleno conhecimento e em todo discernimento?” Amor e discernimento são inequívocos sinais de maturidade espiritual. É por isso que aquela Igreja tinha contribuído para o progresso do Evangelho. Paulo sabe dos limites da sinceridade de alguns. Que alguns tinham pregado o Evangelho por inveja ou contenda, por razões pessoais e mesquinhas, o que é lamentável. E ele exclama: “Mas que me importa? Contanto que de toda a maneira, ou por pretexto ou de verdade, Cristo seja anunciado, nisto me regozijo, sim, e me regozijarei”. Ele sabia que, em virtude das súplicas do povo e do socorro do Espírito Santo, qualquer que fosse a motivação dos obreiros, isso resultaria em salvação. Ele exorta à Igreja a permanecer firme, a se comportar de um modo digno, a aceitar o fato de que por Cristo combatemos e padecemos, mas que não podemos nos atemorizar diante dos adversários, pois: “o que para eles é indício de perdição, mas para vós de salvação, e isso da parte de Deus” .
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